Dissuasão

Navio da marinha brasileira - Agência Brasil

Tomaz Silva/Agência Brasil

Muitas pessoas não entendem a necessidade de um país pacífico como o Brasil investir para ter as Forças Armadas bem equipadas e em ótimas condições de operação, ainda mais depois de anos de diluição pela doutrinação cultural esquerdista de conceitos como propriedade, soberania e pátria.
Em um mundo onde as distâncias estão cada vez mais reduzidas, não é necessário estar em guerra com o vizinho de fronteira para que de um instante para outro seja preciso se impor na defesa do território, do povo e dos recursos que nós temos. A prova disto é o ataque recente a um navio civil brasileiro por parte de uma embarcação chinesa aqui no nosso “quintal” por razões de disputa por território de pesca.
Dispor de armamentos atualizados, pessoal treinado e bem equipado, tecnologia de inteligência e comunicação não é desperdício de recursos.
A palavra chave é dissuasão. A idéia é ter para não ter a necessidade de utilizar.
Quanto menos um adversário achar que sairá impune na tentativa de um ataque, mais chance haverá deste ataque não ocorrer.
Ideia que, aliás, em grande parte sustenta o princípio do direito à posse de armas. O objetivo não de usá-la, mas de dissuadir o agressor, fazendo este saber que poderá encontrar resistência e prejuízo.

Hamilton Furtado

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