Robert Ballard, o mesmo explorador oceânico que localizou os destroços do Titanic, anunciou que pode ter encontrado evidências do dilúvio descrito na Bíblia.
Ballard tomou como ponto de partida pesquisas de geologistas da Universidade de Columbia, Rayan e Pitman, sobre uma possível inundação na região do Mar Negro pelas águas do Mar Mediterrâneo através do estreito de Bósforo, causada por derretimento de camadas de gelo.
Com investigações próprias, a equipe de Ballard identificou marcas arqueológicas 130 metros abaixo da superfície sugerindo a ocorrência de uma catástrofe na região, há cerca de 5000 anos pela datação estimada de conchas encontradas no local, coincidente com o relato bíblico. O explorador, no entanto, reconhece que não há consenso sobre as conclusões sobre data e proporções desta eventual inundação.
Ao menos por enquanto, Ballard não localizou nenhum indício de alguma arca semelhante à narrativa de Noé, o que ele não acredita que deverá acontecer. No entanto, ele espera encontrar vestígios dos povos que viveram no local cinco milênios atrás.
Com informações do Christian Post
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Eclesiastes 3:1-8

Detalhe do Manuscrito de Isaías.
Os manuscritos do Mar Morto, que incluem os mais antigos manuscritos bíblicos existentes, foram digitalizados e estão disponíveis online, resultado de um projeto conjunto entre o Museu de Israel e Google.
O site oferece imagens de alta resolução dos manuscritos originais com recurso de busca, além de vídeos explicativos e textos informativos sobre o material e sua história. Uma das peças mais interessantes disponíveis é o “Grande Manuscrito de Isaías”, o maior e mais bem preservado dos textos bíblicos da coleção. É possível no site verificar a tradução comparativa em inglês entre o texto do manuscrito e o texto que ao longo da história chegou até os dias atuais, usado como base em traduções modernas das escrituras bíblicas.
Os manuscritos do Mar Morto são uma coleção de escritos antigos, do século II a.C. descobertos casualmente por beduínos em cavernas da região de Qumram, ao norte do Mar Morto, a partir de 1947. O conjunto dos livros encontrados, que hoje se sabe, pertenceram à seita judaica dos Essênios, incluem grandes porções das escrituras bíblicas, além de outros escritos usados pela da seita.