Desde 1972, quando retirou o primeiro bebê das ruas, uma menina, Lou Xiaoying já resgatou mais de 30 crianças literalmente do lixo.
Na China é comum que crianças indesejadas sejam simplesmente abandonadas.
Detalhes da história aqui (inglês).
Desde 1972, quando retirou o primeiro bebê das ruas, uma menina, Lou Xiaoying já resgatou mais de 30 crianças literalmente do lixo.
Na China é comum que crianças indesejadas sejam simplesmente abandonadas.
Detalhes da história aqui (inglês).
Uma criança de dez anos vai à escola com uma arma de fogo, atira na professora que fica gravemente ferida. Em seguida, atira na cabeça, tirando própria vida.
O que há de mais espantoso? A idade da criança? A premeditação do crime? Uma arma facilmente ao alcance de um menino? O ambiente escolar sendo devassado pela violência? O desfecho final contra a própria vida?
Nada disso. Se for para ser bem sincero, o que mais me espantou nisso tudo foi a demora com que parei para me dar conta da profundidade trágica do acontecimento.
Precisei ouvir, duas, três, várias vezes a mesma notícia até que os dados começassem a ressoar na minha mente, abrindo espaço entre tantos outros pensamentos e me obrigando a reparar nos detalhes: uma criança…dez anos…uma criança…uma arma…a professora…uma arma…na cabeça…uma criança.
O que pode ser mais espantoso do que tudo isso senão a indiferença cada vez maior com que nós – Não! – com que eu, EU reajo, se é que reajo, a uma nova insanidade nossa de cada dia?
Que Deus não permita jamais que o meu coração deixe de ser de carne.
Justiça absolve homem acusado de fazer sexo com adolescentes em SP
27/09/2010 23h14
Da Agencia Estado
Desembargador disse que meninas conheciam e frequentavam as festas.
Ele havia sido condenado em primeira instância a mais de 35 anos de prisão.
O Tribunal de Justiça de São Paulo absolveu nesta segunda-feira (27) um homem acusado de manter relação sexual com três adolescentes em Porto Ferreira, no interior do estado. O desembargador Ivan Marques afirmou que era fato conhecido que as vítimas frequentavam as festas na cidade.
O acusado havia sido condenado a 35 anos e seis meses de reclusão por ter mantido relações sexuais com as três adolescentes, reiteradas vezes, entre 2002 e 2003.
Em seu voto, Marques, relator do processo, declarou que era notório que as vítimas frequentavam churrascos em sítios da região, com álcool e prostitutas pagas pelos organizadores das festas. E inocentou o réu em segunda instância.
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Ou, traduzindo em “miúdos”, se consentiu (seja o que for que isso signifique) então tá autorizado, não importa a idade, numa lógica questionável que sugere que se tem idade para consentir, tem idade para fazer.
Pergunta óbvia e incômoda: Será que devemos antever aí já uma brecha na jurisprudência em favor do sexo “consentido” com crianças?