Tentar fazer “caridade” com a imagem alheia, à força, ou com subterfúgios, é uma atitude mau-caráter ou no mínimo pobreza de espírito.
Tentar fazer “caridade” com a imagem alheia, à força, ou com subterfúgios, é uma atitude mau-caráter ou no mínimo pobreza de espírito.
Nenhuma das cerca de mil pessoas que circularam por ali naquele momento, exceto uma, percebeu que o músico era ninguém menos do que Joshua Bell, um renomado violinista, executando disfarçado algumas das mais complexas peças clássicas em um instrumento estimado em 3,5 milhões de dólares. Três dias antes, Bell havia tocado na cidade de Boston, em um auditório lotado, com ingressos a 100 dólares.
Um novo livro lança mais lenha na fogueira dos ataques à teoria evolucionista de Charles Darwin. Só que desta vez, ao contrário do que se pode imaginar, o ataque não parte da ala cristã conservadora, ou de defensores da teoria do Design Inteligente. Quem entra em cena agora são dois acadêmicos, ateus, não criacionistas, Jerry […]